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sexta-feira, 17 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Tipos de Doenças Crônicas
Diabetes;
Apesar de muito diferentes entre si, as Doenças Crónicas apresentam factores de risco comuns. São poucos e podem ser prevenidos:
Através da alteração do estilo de vida pode-se, em pouco tempo, reduzir o risco de desenvolvimento de Doenças Crónicas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz-nos que, em 57 milhões de mortes num ano, 59% são devido ás Doenças Crónicas de declaração não obrigatória, como as doenças cardiovasculares, a diabetes, a obesidade, o cancro e as doenças respiratórias.
A mudança dos hábitos alimentares e a implantação de um estilo de vida sedentário estão a ocorrer a um ritmo muito mais rápido nos países em vias de desenvolvimento, por comparação com o que aconteceu nos países desenvolvidos. As Doenças Crónicas estão a crescer imenso em muitos dos países mais pobres, articulando-se de forma muito perigosa com outra calamidade: as doenças infecciosas.
O que é Doenças Cronicas ?
Uma Doença crônica é uma doença que não é resolvida num tempo curto, definido usualmente em três meses . As doenças crônicas são doenças que não põem em risco a vida da pessoa num prazo curto, logo não são emergências médicas. No entanto, elas podem ser extremamente sérias, e várias doenças crônicas, como por exemplo certos tipos de câncer, causam morte certa. As doenças crônicas incluem também todas as condições em que um sintoma existe continuamente, e mesmo não pondo em risco a saúde física da pessoa, são extremamente incomodativas levando à disrupção da qualidade de vida e actividades da pessoas. Neste último caso, incluem-se os síndromes dolorosos.
Muitas doenças crónicas são assimptomáticas ou quase assimptomáticas a maior parte do tempo, mas caracterizam-se por episódios agudos perigosos e/ou muito incomodativos.
As doenças crónicas de causa infecciosa são frequentemente causadas por organismos invasores com os quais já foi atingido um equilíbrio. Não é do interesse dos vírus, das bactérias ou dos parasitas matarem o seu hóspede demasiado rápido, uma vez que a probabilidade de se espalharem a outros hospedes fica reduzida. Assim doenças infecciosas de morte rápida e mortalidade elevada, como Ébola, aparecem por vezes, mas nunca conseguem estabelecer-se, porque todos os indivíduos susceptíveis morrem em poucos dias, antes de poderem contactar com bastantes outros. Doenças como a SIDA/AIDS, pelo contrário são extremamente eficazes devido ao longo tempo que demoram a matar o hóspede. Mas a melhor acomodação, do ponto de vista do microorganismo, é permanecer no corpo do hóspede sem causar muitos danos a este até poder infectar a nova geração sem defesas. É o que faz a varicela. O vírus ataca as crianças produzindo a síndrome característico agudo, mas depois da "cura" o vírus permanece, em todos os casos, nos núcleos nervosos dos nervos sensitivos, sem ser detectada e sem estar activa. Na velhice, com a ligeira imunodeficiência que acompanha a idade avançada, ela frequentemente reaparece sob a forma dezoster uma infecção dolorosa mas não perigosa que ataca os nervos periféricos. As zonas cutâneas com zoster são extremamente infecciosas, permitindo a passagem perpétua do vírus dos idosos às crianças indefesas, sem necessitar de grandes populações de crianças sempre passando o vírus umas às outras, como outros vírus infantis.
Exemplos de doenças crónicas
§ O Cancro/câncer
§ A maioria das doenças autoimunes
§ Algumas infecções como a tuberculose, lepra, sífilis ou gonorréia.
§ A SIDA/AIDS
§ A maioria das parasitoses.
§ As doenças de causa genética na sua maioria (uma pequena porção caracteriza-se por episódios agudos).
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